A autora


Meu nome é Richelle mas pode me chamar de Ellie. De Manaus – AM, nasci em uma noite de lua cheia, no nem tão longínquo 7 de agosto de 1998, ou seja, tenho 18 primaveras, mas com uma nostalgia de 80 anos. Recém formada no ensino médio, agora correndo atrás da universidade. Descrever meu gosto musical é um desafio, gosto de rock progressivo, psicodélico e alternativo, MPB (especialmente a Tropicália), bossa nova e tenho um fascínio por experimental — sem mencionar aqueles funks que eu danço nos rolês, porque né?! Futura jornalista redatora e roteirista, quiçá escritora propriamente, enquanto isso, me contento com ser apenas amadora. Trampo como fotógrafa e maquiadora. Tive meu primeiro blog em 2009, onde eu falava sobre cinema e música, acabei não me dedicando e deletei ele em poucos meses e no ano posterior; até que decidi criar este. Acredito no poder das palavras e quero conquistar o mundo com as minhas. Muito do meu naturebismo vem da minha paixão pelos anos 60 e do movimento hippie, só de pensar já rola aquela nostalgia-wanderlust-fernweh.

Minha jornada vegetariana/vegana começou na infância, aos cinco anos, quando eu criei um peixinho betta azul, que eu batizei de David, e comecei a questionar porquê existem peixes de estimação e os de comer, foi aí que eu parei de ingerir peixe, e nesse período também comecei a recusar almoço, até que o pediatra meio que me obrigou a comer e eu tive que voltar, afinal eu era uma criança e não tinha autonomia alguma para decidir minha alimentação. Novamente aos 13, fui vegetariana por alguns meses, mas desisti simplesmente porque não sabia cozinhar e não tinha nenhum conhecimento sobre nutrição. Aos 17, já munida de informação, conclui que era perfeitamente possível e com noções de cozinha, voltei ao (ovolacto)vegetarianismo, e estou há um ano firme e forte e em transição para o veganismo, que é uma filosofia que vai muito além da comida, é pelos animais.

Cansada de frequentar redes sociais, onde o ter significa ser, onde todos parecem felizes e perfeitos, eu resolvi ir mais a fundo e me indignei, empresas multimilionárias faturam destroçando a autoestima de meninas e mulheres, destroem a natureza, remuneram mal seus empregados sob condições péssimas de trabalho, ainda por cima enchem seus produtos com químicas nocivas à saúde. Diante disso, não tive outra escolha senão optar por cosméticos naturais, me informar sobre cada ingrediente e dar chance aos pequenos produtores, empresas com responsabilidade ética-ambiental e cooperativas espalhados pelo Brasil afora.

Sou feminista, sim! Demorei anos para me autointitular como tal pois a palavra feminismo desde que surgiu incomoda muito e é carregada de esteriótipos, e não é para pouco, dar voz às mulheres é incômodo para vários mesmo nos dias atuais, e é por isso que é importante continuar lutando, pois dezenas de direitos foram garantidos, agora a luta é fazer com que eles sejam cumpridos e a figura feminina não seja tão segregada na sociedade, que nossa sexualidade não seja mais punida, nem nossos corpos inspecionados por fiscais da beleza… O auê é válido.

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